April 16, 2015

Mapeamento Colaborativo da História de São Paulo (1870-1940)

himacoO grupo Hímaco reúne professores, pesquisadores e estudantes da Universidade Federal de São Paulo e do Arquivo Público do Estado de São Paulo, e tem o objetivo de explorar as possibilidades das geotecnologias em investigações históricas. Desde o início, o grupo optou por trabalhar com o gvSIG, tanto por conta das suas funcionalidades técnicas, como dos valores que ajuda a praticar, voltados à livre circulação do conhecimento e ao trabalho colaborativo.

O trabalho desenvolvido pelo grupo até o momento pode ser conferido em seu site: www.unifesp.br/himaco. Ali, há uma página de download, onde estão disponíveis rasters e vetores referentes ao passado da cidade de São Paulo, bem como um tutorial de introdução ao gvSIG aplicado a estudos históricos. Como estudo piloto, o grupo investigou as principais enchentes na cidade no período que vai de 1870 a 1940, e um mapa temático referente à maior delas, a de 1929, também se encontra disponível.

No momento, o grupo prepara um novo projeto de pesquisa, que representa um desafio bastante grande, tanto em termos técnicos como metodológicos. Esse post tem o objetivo de apresentar a concepção desse projeto e desde já anunciar que vamos precisar de muita ajuda para dar conta dele. Em breve, o projeto estará pronto para ser enviado às agências financiadoras. Até lá, estamos abertos a críticas e sugestões. Depois disso, se conseguirmos o financiamento, mais ainda ;-)

Segue o título e o resumo do mesmo.

Mapeamento Colaborativo da História de São Paulo (1870-1940)

O projeto prevê o desenvolvimento e a disponibilização na rede mundial de computadores de uma base cartográfica digital histórica da cidade de São Paulo, referente ao período de sua modernização urbano-industrial (1870-1940), associada a uma interface que permita a interatividade de pesquisadores interessados, de forma a que estes possam alimentar a base disponibilizada com eventos espacializáveis de suas próprias investigações. Dessa forma, pesquisadores interessados poderão produzir mapas e visualizações de suas respectivas pesquisas, a partir da base fornecida, ao mesmo tempo em que acabarão por enriquecer a base disponibilizada com as informações que terão alimentado ao sistema. Pretende-se, assim, criar as condições para o enriquecimento das abordagens da história de São Paulo daquele período, fazendo-o em conformidade com os mais recentes e interessantes desdobramentos das chamadas humanidades digitais, voltados ao trabalho colaborativo e à livre circulação do conhecimento.

Luis Ferla. Hímaco.


Filed under: community, portuguese Tagged: estudos históricos, história, São Paulo

April 14, 2015

Aplicação SIG na Identificação de Raios de Abrangência de Equipamentos Comunitários

Aplicação SIG na Identificação de Raios de Abrangência de Equipamentos Comunitários

O artigo inédito, publicado abaixo, é um exemplo prático de utilização do software gvSIG, versão 1.11.0, no desenvolvimento de procedimento metodológico que analisou a distribuição dos equipamentos comunitários de uma cidade, com o objetivo principal a identificação de raios de abrangência que estariam aptos a atenderem a todos os moradores. O artigo também está disponível para download.

_______________________

APLICAÇÃO DO SIG NA IDENTIFICAÇÃO DE RAIOS DE ABRANGÊNCIA DOS EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS NO BAIRRO PASSO DOS FORTES NA CIDADE DE CHAPECÓ – SC

Debora Lavina Carniato e Maria Angélica Gonçalves

RESUMO

Os equipamentos comunitários de recreação, lazer, esportes, educação, cultura e saúde exercem um papel muito importante para a comunidade e para o tecido urbano por oferecerem locais adequados, com relação a cada temática, aos moradores.  Porém, a ideia de acompanhar o crescimento econômico acaba deixando de lado a importância desses espaços, fazendo com que os mesmos, muitas vezes, não estejam distribuídos espacialmente de forma adequada, não cumprindo o seu raio de abrangência. Nesse contexto, o objetivo principal do trabalho foi saber se os raios de abrangência dos equipamentos comunitários do bairro e alguns dos bairros vizinhos estão ou não atendendo ao Bairro Passo dos Fortes. Para isso foi utilizado o software  GvSIG 1.11.0  no desenvolvimento de uma metodologia, a qual analisou a distribuição dos equipamentos comunitários, alcançando como principal objetivo a identificação de raios de abrangência que estariam aptos a atenderem a todos os moradores.

PALAVRAS CHAVES – Equipamentos comunitários, raio de abrangência, Passo dos Fortes, GvSIG.

 1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo averiguar se os equipamentos comunitários (em nível de bairro) do Passo dos Fortes, localizado na cidade de Chapecó (SC), atendem a todas áreas populacionais da região. Procurou-se também identificar as localidades que não são acolhidas por nenhum espaço comunitário e aquelas que são atendidas por equipamentos de outros bairros. Esta análise foi realizada, sobretudo, por meio de técnicas de geoprocessamento, tendo como comprovações mapas executados no software GvSIG 1.11.0.

2 EQUIPAMENTOS PÚBLICOS COMUNITÁRIOS E RAIOS DE ABRANGÊNCIA

De acordo com o Artigo 4º, do Capítulo II, da Lei 6.766/1979, “consideram-se comunitários os equipamentos públicos de educação, cultura, saúde, lazer e similares”.

Pitts (2013) cita que a implantação de equipamentos deve respeitar critérios de acessibilidade relacionados à abrangência do auxílio social em relação aos moradores.  Espaços como praças, parques, quadras, escolas, centros comunitários e postos de saúde são áreas fundamentais para a comunidade. Oferecem condições para a prática de atividades essenciais à saúde, educação, lazer e devem estar disponíveis para toda a população.

Área que um equipamento urbano deve atender á população, denomina-se raio de abrangência. Porém, de acordo com Cruz (2013), uma realidade nos municípios é a existência de regiões que não recebem influência desses centros.

Porém, segundo as ideias de Silva e Beppler (2012) o esquecimento e não utilização dessas áreas constituem assim, um grave problema socioeconômico e ambiental.

Na legislação do município de Chapecó foram encontradas referências para a construção de equipamentos comunitários e medidas que apontam as suas áreas de acatamento.

A organização  e a distribuição espacial dos equipamentos públicos urbanos e comunitários é definida pelas características sociais, ambientais e pela estrutura  urbana instalada no espaço territorial do Município, bem como os fluxos de deslocamento da população aos locais de atendimento, independentemente da composição existente dos bairros. (PDDTC, 2004)

Dessa forma, decidiu-se realizar uma análise espacial levando em consideração os parâmetros de detalhamento recomendados por Castello (2013), isto é, um raio de influência máximo para cada equipamento comunitário. Esses critérios foram utilizados na componente curricular Desenho Urbano II, no ano de 2013, do curso de Arquitetura e Urbanismo, da Unochapecó.

Tabela 01 – Raios de abrangências dos equipamentos comunitários. Fonte: CASTELLO, 2013.

Tabela 01 – Raios de abrangências dos equipamentos comunitários. Fonte: CASTELLO, 2013.

3 ÁREA DE ESTUDO

O Passo dos Fortes, segundo Girardi (2001), localizado no setor norte do município de Chapecó (SC), apresenta grande desenvolvimento. Sua estimativa populacional vem crescendo a cada dia, e sua área é muito bem aproveitada, tendo em um total 3,11 km².

Imagem 01 – Localização de Chapecó/SC/Brasil. Imagem desenvolvida com auxílio do GvSIG 1.11.10. Fonte de dados: IBGE, 2010 e Prefeitura Municipal de Chapecó, 2013. Sem escala.  Editado por: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Imagem 01 – Localização de Chapecó/SC/Brasil. Imagem desenvolvida com auxílio do GvSIG 1.11.10. Fonte de dados: IBGE, 2010 e Prefeitura Municipal de Chapecó, 2013. Sem escala.
Editado por: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

4 MATERIAIS E MÉTODOS

Primeiramente, utilizaram-se os programas Google Earth 2013 e Google Street View 2013, além do TCC “Pesquisa para estudo de projeto urbano para o bairro Passo dos Fortes”, de Carine Rech (2013). Com estes meios, observaram-se onde estão os equipamentos comunitários (em nível de bairro) que atendem o espaço, marcando no arquivo em Autocad suas localidades. Juntamente com essa etapa foram anotados os nomes das áreas e estabelecimentos encontrados. Para comprovação das informações obtidas foram, usadas imagens dos equipamentos comunitários, fotografadas em pesquisa de campo.

Logo em seguida, foi criado um bloco apenas com as “layers” correspondentes aos equipamentos comunitários e o mesmo foi exportado para o GvSIG 1.11.0, sendo usado Sistema de Projeção Geográfica UTM (Universal Transversa de Mercator) e Datum SAD 69 (South American Datum).

No GvSIG, através das ferramentas “Centroids”, foi criado um ponto no centro de cada equipamento e com a ferramenta “Buffer”, gerou-se  raios concêntricos ao redor de cada centroide com as distancias especificadas conforme a tabela de Costella (2013).

5 ANÁLISE E RESULTADOS

Através das informações e materiais obtidos foi possível o desenvolvimento de mapas no programa GvSIG 1.11.0 para análise da pesquisa e desenvolvimento do trabalho realizado.

O primeiro mapa criado foi sobre a espacialização e quantidade de equipamentos comunitários que atendem ao bairro Passo dos Fortes.

Mapa 01 – Localização de equipamentos comunitários que atendem ao bairro Passo dos Fortes. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Mapa 01 – Localização de equipamentos comunitários que atendem ao bairro Passo dos Fortes. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Através desse mapa, observa-se 14 equipamentos comunitários (em nível de bairro), sendo cinco escolas, duas creches, um ginásio de esportes, dois postos de saúde, um centro comunitário e uma praça. Além disso, nota-se que há equipamentos de bairros vizinhos que atendem ao bairro Passo dos Fortes.

As imagens a seguir, foram resultados do estudo de campo realizado para comprovação de dados obtidos através de fontes digitais e ilustram alguns dos espaços comunitários apresentados no mapa 01:

Equipamentos Comunitários no Bairro Passo dos Fortes na Cidade de Chapecó – SC

Equipamentos Comunitários no Bairro Passo dos Fortes na Cidade de Chapecó – SC

Também foi possível a criação de mapas que mostram o raio de abrangência dos equipamentos comunitários de diferentes classificações. O mapa abaixo apresenta as áreas de influência que os espaços públicos de educação possuem no bairro estudado.

Mapa 02 – Raios de abrangência dos equipamentos de educação. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013

Mapa 02 – Raios de abrangência dos equipamentos de educação. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013

Através do Mapa 02, constata-se que as escolas atendem a quase toda a área do bairro. Em contrapartida, as creches possuem uma pequena área de influência sobre o local de estudo, desfavorecendo grande parte da população. Seria necessária a implantação de mais creches no bairro, devendo ser localizada, principalmente, na área oeste do Passo dos Fortes.

O terceiro mapa criado teve como tema os equipamentos públicos comunitários de lazer e cultura, também apresentando as áreas de influência que esses ambientes exercem no bairro.

Mapa 03 – Raios de abrangência dos equipamentos comunitários de cultura e lazer. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Mapa 03 – Raios de abrangência dos equipamentos comunitários de cultura e lazer. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Analisando o Mapa 03, nota-se que os equipamentos se concentram mais na parte norte e central do bairro, além de uma parte do sul. Os espaços comunitários estão dispostos de uma forma a criar um eixo norte-sul, fazendo os raios de abrangência se sobreporem e áreas ficarem desprovidas de ambiente de cultura ou lazer.

O último mapa desenvolvido apresenta as áreas de influência dos equipamentos comunitários de saúde.

Mapa 04 – Raio de abrangência dos equipamentos comunitários de saúde. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Mapa 04 – Raio de abrangência dos equipamentos comunitários de saúde. Fonte: CARNIATO; GONÇALVES, 2013.

Observando o Mapa 04, acredita-se que o projeto para implantação dos postos de saúde levou em consideração o raio de abrangência dos mesmos, pois onde termina o raio de um dos postos, começa o do outro. Porém, mesmo assim, grande parte do bairro, principalmente a oeste, não possui influência de nenhum equipamento comunitário de saúde, sendo necessária, nesse local, a implantação de um ambiente desta temática.

Considerando os mapas desenvolvidos, pode-se afirmar que por mais que o Passo dos Fortes possua um considerável número de equipamentos comunitários (em nível de bairro), grande parte da área do bairro não recebe influência de vários equipamentos. Esse fato deprecia infraestrutura do local e prejudica a população. Isso poderia ser resolvido se fosse levando em consideração, no projeto dos espaços, o raio de abrangência de cada um dos equipamentos comunitários.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O trabalho realizado mostrou-se dinâmico, tendo em vista que conseguiu atingir os objetivos propostos, especialmente o objetivo geral de indicar, no bairro Passo dos Fortes, os raios de abrangência e observar quais áreas do bairro não são atendidas por essa influência. Pode-se dizer ainda, que o trabalho, com o auxílio do programa GvSIG 1.11.0 obteve bons resultados e de grande importância, pois foi capaz de gerar condições para uma otimização na análise do bairro.

Com uma significante capacidade de armazenar e processar as informações fornecidas, o GvSIG 1.11.0 pode ser uma aliada ferramenta na realização de simulações e de auxílio às tomadas de decisões sobre vários temáticas, podendo acarretar, aliado á outras ferramentas e estratégias, em um equilibrado desenvolvimento urbano.

7 REFERÊNCIAS

CASTELLO, Iara Regina. Equipamentos Urbanos, Grupos Hierárquicos, Parâmetros de Localização e Caraterísticas Gerais. 2013.

CRUZ, Evelyn Fernandes da. Os equipamentos urbanos e comunitários no estudo prévio de impacto de vizinhança. Caderno de Gestão Pública. Pará, 2013.

FARIAS, Carine Rech; FUJITA, Camila; SCHERER, Christine. Pesquisa para estudo de projeto urbano para o bairro Passo dos Fortes. 2010. Monografia (Conclusão do curso de Arquitetura e Urbanismo) – Universidade Comunitária da Região de Chapecó, 2010.

GIRARDI, Marli. Perfil do bairro Passo dos Fortes. 2001. 53 f. Monografia (Especialização em Geografia e Desenvolvimento Sustentável) – Universidade do Oeste de Santa Catarina.

LEI No 6.766, 1979. Capítulo II – Dos Requisitos Urbanísticos para Loteamento: Artigo 4°. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6766.htm. Acesso em: 08 set. 2013.

PDDTC. Capítulo II: Das Diretrizes Do Ordenamento Territorial.  Plano Diretor De Desenvolvimento Territorial de Chapecó. Chapecó, 2004.

PITTS, Adrian. Índices Urbanísticos dos Equipamentos Comunitários. 2013.

_______________________

DOWNLOAD DO ARTIGO

Para fazer o download do artigo no formato PDF, clique no link abaixo:

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April 13, 2015

Control de acceso en gvSIG 2.1.0

Hola a todos!

De nuevo aquí para contaros sobre el sistema de permisos de gvSIG.
En versiones anteriores de gvSIG, cuando un desarrollador tenía que realizar una personalización en la que en función del usuario este tuviese que tener acceso a unas u otras herramientas, o tener acceso de solo lectura a determinadas fuentes de datos, capas o tablas, no había nada especifico en gvSIG que le ayudase a abordar ese desarrollo y tenía que hacerlo él todo. En muchas ocasiones teniendo que reescribir código de gvSIG para introducir sus comprobaciones de permisos.
Con gvSIG 2.1.0 se han introducido mecanismos para gestionar el acceso a las distintas herramientas, así como a fuentes de datos. Poco a poco iremos extendiendo el sistema de permisos a otras funcionalidades de gvSIG como pueden ser :

  • Geoprocesos
  • Páginas de preferencias
  • Documentos del proyecto
  • Acceso a snappers

En este artículo vamos a ver cómo podemos usar estos mecanismos.
Lo primero que hay que tener claro es que gvSIG no viene con una gestión de usuarios integrada.
Pero… ¿Qué quiere decir esto?
Pues simplemente que gvSIG no dispone de herramientas para dar de alta usuarios o asignarles permisos a estos. Normalmente cuando precisamos dotar a gvSIG de un sistema de permisos es porque queremos integrarlo en una organización que ya tiene su propio sistema de gestión de usuarios. Así que no vamos a tener que duplicarlo para usarlo en gvSIG.
En gvSIG se ha definido un API que permite autenticar a un usuario, y comprobar si tiene autorización para realizar determinadas acciones. Este API es muy simple. Consta de dos entidades:

  • SimpleIdentityManager, que nos permite autenticar a un usuario.
  • SimpleIdentity, que representa a un usuario autenticado, y nos permite verificar si este está autorizado a acceder a una acción determinada.

La distribución estándar de gvSIG viene con una implementación base de estos servicios en la que existe un usuario predeterminado, “guest“, que cuando se le pregunta, responde siempre que sí esta autorizado a acceder a un recurso; pero podemos reemplazar esta implementación por una nuestra, y ahí esta lo interesante.

En el proyecto org.gvsig.tools están definidos los interfaces de SimpleIdentityManager y SimpleIdentity, su implementación por defecto, así como alguna clase abstracta para facilitarnos la implementación de estos interfaces, además de disponer en el “locator” de tools de métodos para recuperar y registrar implementaciones de ellos.
Para ilustrar como podemos aportar nuestra implementación del SimpleIdentityManager vamos a preparar un plugin para gvSIG que:

  • Registre una implementación propia de SimpleIdentityManager, la cual valide los usuarios contra una BBDD simple en ficheros “property” en los que se encuentre la información de permisos asociada a cada usuario.
  • Y presente un diálogo de identificación de usuario al arrancar gvSIG y valide este contra el SimpleIdentityManager registrado en gvSIG.

Lo de menos es el soporte usado como BBDD, cada cual tendrá el suyo propio en su organización, lo importante es ver como se encajan las piezas para poder disponer de un control de acceso a acciones y recursos personalizado en gvSIG.

En el SVN del proyecto “templates” del redmine de gvSIG encontraremos los fuentes del proyecto org.gvsig.trivialidentitymanagement, con la implementación que voy a ir comentando. Podéis descargarlo desde :

http://devel.gvsig.org/svn/gvsig-plugintemplates/org.gvsig.trivialidentitymanagement/trunk/org.gvsig.trivialidentitymanagement

En él encontraremos básicamente tres proyectos:

  • org.gvsig.trivialidentitymanagement.app.mainplugin
  • org.gvsig.trivialidentitymanagement.lib.impl
  • org.gvsig.trivialidentitymanagement.lib.api

org.gvsig.trivialidentitymanagement.lib.api
En él tendremos la definición de nuestro API, que debe extender de el de gvSIG.
Tendremos los interfaces:

  • TrivialIdentityManager
  • TrivialIdentity

org.gvsig.trivialidentitymanagement.lib.impl
Aquí tendremos las clases que implementan nuestro API. Tendremos:

  • DefaultTrivialIdentityManager
  • DefaultTrivialIdentity

La implementación de estos es muy sencilla. Solamente hacer mención a unos pocos detalles:

  • El SimpleIdentityManager siempre tiene que devolver, en su método getCurrentIdentity, un SimpleIdentity, nunca null, aunque no haya un usuario registrado. Bien podemos devolver un usuario que responde siempre que está autorizado, o que responde siempre que no lo está. Dependerá de lo que nos interese en nuestra personalización.
  • El método “isAuthorized(actionName)”, recibe un nombre de acción y debe responder si el usuario está autorizado a ejecutar la acción asociada a ese nombre.
  • El método “isAuthorized(actionName, resource,resourceid)“, deberá devolver si el usuario está autorizado o no a realizar la acción indicada sobre el recurso indicado. Actualmente, con gvSIG 2.1.0, solo el acceso a fuentes de datos, DataStore de DAL, utiliza este mecanismos, pasando como recurso el DataParameter asociado a la acción que se intenta realizar. Las acciones que usa el DAL son:
    • create-store
    • open-store
    • read-store

Antes de ver la implementaron de ejemplo vamos a ver en que consistiría la BBDD de ficheros properties que usaremos. Dentro de la carpeta de la instalación del plugin tendremos una carpeta  “dbusers” y en ella un fichero property por usuario, que llamaremos con el nombre del usuario seguido de “.property”. Así, si tenemos un usuario “user01″ tendremos un fichero “user01.properties”.

En el ejemplo tendremos dado de alta un usuario “user01″ con la siguiente configuración:

attr.password=user01
attr.fullname=Test user 01
# El usuario no puede cargar recursos cuyo nombre de fichero termine en dxf
action.dal-read-store.parameter.name=file
action.dal-read-store.parameter.pattern=.*[.]dxf
action.dal-read-store.ifmatches=false
# Tampoco puede acceder a la herramienta de información de un punto.
action.layer-info-by-point=false

La implementación de nuestro ejemplo, básicamente contiene un Map para cada usuario, e indexando por el nombre de la acción obtenemos un booleano que nos indica está autorizado a ejecutar esa acción, diciendo que si están todas las que no conoce:

@Override
public boolean isAuthorized(String actionName) {
    try {
	String value = (String) this.properties.get(ACTION_PREFIX+actionName);
	if( StringUtils.isBlank(value) ) {
	    return true;
	}
	boolean  b = BooleanUtils.toBoolean(value);
	return b;

    } catch(Throwable th) {
	return true;
    }
}

El método que comprueba si tenemos acceso a un recurso, es algo mas complicado, pero también muy básico. Solo gestiona recursos de DAL, así que el recurso es siempre un DataParameter. Para cada acción tiene la siguiente información:

  • name, un nombre de parámetro del DataParameter que recibe.
  • pattern, una expresión regular que aplicar sobre el parámetro indicado.
  • ifmatches, un valor booleano que nos indica si debemos retornar true o false cuando el valor del parámetro concuerde con la expresión regular.

Con algo tan simple ya podemos restringir el acceso a los recursos en función del usuario. Vamos a ir viendo poco a poco el código de este método:

@Override
public boolean isAuthorized(String actionName, Object resource, String resourceName) {
    try {

	if( resource == null ) {
	    return this.isAuthorized(actionName);
	}
	if( !DataManager.CREATE_STORE_AUTHORIZATION.equalsIgnoreCase(actionName) &&
	    !DataManager.READ_STORE_AUTHORIZATION.equalsIgnoreCase(actionName) &&
	    !DataManager.WRITE_STORE_AUTHORIZATION.equalsIgnoreCase(actionName) ) {
	    // Si no es una accion conocida no la tratamos de forma especial
	    return this.isAuthorized(actionName);
	}
	if( !(resource instanceof DataParameters) ) {
	    return true;
	}
	...

Lo primero que hacemos es comprobar si hemos recibido un recurso. Si no lo hemos recibido delegamos en el método isAuthorized que solo recibe el nombre de acción.
Luego nos cercioramos que la acción que se quiere realizar es una de las que soporta nuestro sistema de autorización. En nuestro caso solo soportamos las peticiones de acciones de DAL, así que si no es ninguna de ellas también delegamos en el método isAuthorized que solo recibe el nombre de acción. Y por ultimo comprobamos que el recurso es del tipo DataParameters, que es con los que vamos a trabajar, y si no lo es, como no sabemos manejarlo, simplemente decimos que sí que esta autorizado.

Sea cual sea el tipo de validación que utilicemos estas primeras lineas serán siempre muy parecidas, mientras que el resto de lineas del método ya serán muy dependientes de contra qué y cómo realicemos la comprobación de si un usuario tiene o no autorización para realizar una acción sobre un recurso.

Vamos a ver muy rápido el código del ejemplo:

        ...
	String ifmatchesValue = (String) this.properties.get(ACTION_PREFIX+actionName+".ifmatches");
	if( StringUtils.isBlank(ifmatchesValue) ) {
	    return true;
	}     

	DataParameters params = (DataParameters) resource;
	String parameterValue = null;
	String parameterPattern = (String) this.properties.get(ACTION_PREFIX+actionName+".parameter.pattern");
	if( StringUtils.isBlank(parameterPattern) ) {
	    return true;
	}
	String parameterName = (String) this.properties.get(ACTION_PREFIX+actionName+".parameter.name");
	if( StringUtils.isBlank(parameterName) ) {
	    return true;
	}
	if( parameterName.equalsIgnoreCase("all") ) {
	    parameterValue = params.toString();
	} else {
	    if( resource instanceof FilesystemStoreParameters && parameterName.equalsIgnoreCase("file") ) {
		parameterValue = ((FilesystemStoreParameters) resource).getFile().getAbsolutePath();
	    } else {
		if( params.hasDynValue(parameterName) ) {
		    Object x = params.getDynValue(parameterName);
		    if( x == null ) {
			return true;
		    }
		    parameterValue = x.toString();
		}
	    }
	}
	...

Lo que hace en estas lineas de código es recuperar los valores de los tres datos, “name“, “pattern” y “ifmatches” asociados a la acción que se ha solicitado, y luego intenta recuperar de los DataParameter el valor indicado por “name“, usando como casos especiales los nombres de parámetro “all” y “file“.

Una vez ya hemos recopilado esta información, la cosa es ya mas simple:

        ...
	if( StringUtils.isBlank(parameterValue) ) {
	    return true;
	}
	if( !parameterValue.matches(parameterPattern) ) {
	    return true;
	}
	return BooleanUtils.toBoolean(ifmatchesValue);

    } catch(Throwable th) {
	return true;
    }
}

Comprobamos si concuerda el valor del parámetro con la expresión regular y devolvemos el valor de “ifmaches” en caso de que lo haga.

Hay algún detalle más como los métodos:

  • getAttributeNames, que devuelve una lista de nombres de atributos extra que tiene asociado ese usuario
  • O getAttribute, que nos permite recuperar el valor de un atributo extra del usuario.

Pero no son de mucha importancia, y se explican por si solos.

org.gvsig.trivialidentitymanagement.app.mainplugin
Bueno, pues una vez ya tenemos nuestras clases …. ¿cómo le decimos a gvSIG que las utilice?

Para eso tendremos que crear un plugin y dejar en el algo de configuración adicional.
Por un lado crearemos en el plugin una clase que implemente Runnable, en la que meteremos el código de inicialización de nuestro sistema de permisos. Y por otro deberemos crear en el raíz de nuestro plugin en la carpeta de la instalación el fichero “identity-management.ini”. Este fichero solo precisa de dos lineas, aunque puede contener mas información si la precisamos para nuestra implementación. Vemos esas dos lineas;

IdentityManager=org.gvsig.trivialidentitymanagement.impl.DefaultTrivialIdentityManager
IdentityManagementInitializer=org.gvsig.trivialidentitymanagement.Initializer

La entrada IdentityManager, contendrá el nombre de la clase a utilizar como la implementación del SimpleIdentityManager de gvSIG. Esta clase y todo lo que precise deberá estar en el class-path de nuestro plugin. gvSIG, al iniciarse, comprobara si algún plugin tiene este fichero “identity-management.ini”, y utilizara la clase indicada en la entrada IdentityManager para cargarla y registrarla en el locator de tools. De esta forma cualquier porción de gvSIG que acceda al locator de tools para recuperar el SimpleIdentityManager obtendrá el nuestro.

La otra entrada, IdentityManagementInitializer, contendrá el nombre de una clase de nuestro plugin que implemente el interface runable. Una vez registrado nuestro SimpleIdentityManagement, se cargara esa clase y se invocara a su método run para que esta se encargue de realizar las inicializaciones que precisemos para que nuestro sistema funciones correctamente. Veamos que tenemos en el código de nuestro ejemplo:

public void run() {
    TrivialIdentityManager identityManager = (TrivialIdentityManager) ToolsLocator.getIdentityManager();
    PluginsManager pluginsManager = PluginsLocator.getManager();
    PluginServices plugin = pluginsManager.getPlugin(this);

    // Initialize the folder database  for the TrivialIdentityManager
    File pluginFolder = plugin.getPluginDirectory();
    File dbfolder = new File(pluginFolder, "dbusers");
    identityManager.setdbFolder(dbfolder);

    // Show login dialog
    // Do not return if user cancel login.
    LoginDialog loginDialog = new LoginDialog(pluginFolder);
    loginDialog.showDialog();
    logger.info("User logged as '"+identityManager.getCurrentIdentity().getID()+"'.");
}

Como vemos, hace basicamente dos cosas:

  • Inicializar en nuestro TrivialIdentityManager la BBDD donde esta almacenada la información de permisos.
  • Presentar un cuadro de diálogo para autenticar al usuario.

A partir de aquí, y según sea nuestra aplicacion y organización podemos adaptar este proyecto de ejemplo para que valide contra una BBDD relacional, un servicio web o un servidor de LDAP. No debería ser complicado hacerlo. La única precaución a tener es que la información de los permisos que tiene un usuario debería cargarse al instanciar la clase SimpleIdentity y cuando se llame a los métodos isAuthorized trabajar contra esa información ya en memoria. Si tenemos que acceder a un servicio externo cada vez que se compruebe si el usuario tiene permiso para acceder a una acción puede relentizarse mucho la ejecución de gvSIG.

Vamos a ver el proyecto de ejemplo en acción.

Con la configuración que hemos visto el usuario  user01 no podrá cargar ficheros DXF ni podrá acceder a la herramienta de información.

Con el plugin org.gvsig.trivialidentitymanagement.app.mainplugin instalado, al arrancar gvSIG nos presentra la siguiente pantalla:

login

Nos identificaremos con usuario “user01″ y clave “user01″ y continuara la carga de gvSIG.
Si una vez arrancado gvSIG intentamos cargar un fichero DXF nos presentara un mensaje diciendo que no estamos autorizados a realizar esa acción:

no-autorizado-dxf

Y si cargamos una capa vectorial, observaremos que no tenemos la herramienta de información.

sin-herramienta-de-informacion
Bueno, espero que os sirva, y a ver cuando tengo otro ratito y cuento algún que otro truquito que me queda en la manga sobre el control de acceso en gvSIG 2.1.0.

Me gustaría agradecer los comentarios de Juan Carlos Gutiérrez que en su momento me ayudaron en el diseño al hacerme participe de sus necesidades relacionadas con el control de acceso a los datos en gvSIG.

Un saludo a todos


Filed under: development, gvSIG Association, gvSIG Desktop, spanish Tagged: control de acceso

April 09, 2015

MOOC Cycle “GIS for Users” free of charge

índiceThe gvSIG-Training e-Learning platform opens its registration period for the MOOC cycle “gvSIG for Users” in English, offered by gvSIG Association, in collaboration with GISMAP.

This cycle is made up of three different Modules:
Module 1: “Introduction to GIS” (starting on the 4th of May 2015)
Module 2: “Layer Editing” (starting on the 25th of May 2015)
Module 3: “Raster Analysis” (starting on Autumn 2015)

It will lead participants to how to use and exploit the potentiality of the open source software gvSIG while performing the most common GIS activities. This Course is both addressed to beginners and skilled GIS users who want to learn how to use this software.

The Course is open in continuous form and each module requires a participants engagement of around thirty hours.

Participants can thus plan individually the time to allocate to the course and complete all the scheduled activities without interfering with their daily work.

This Course is completely free of charge except for those participants asking for the corresponding credits of the gvSIG user certification program from the gvSIG Association, that is submitted to the payment of 40 Euros for each module or 100 Euros for the whole cycle.

For further information about topics, goals…:
http://web.gvsig-training.com/index.php/es/quienes-somos-2/noticias-2/145-the-free-mooc-cycle-gvsig-for-users

For registration, you have to press “Enroll” at the corresponding Module, and then accept the “Site policy agreement”. Finally you will have to register at the web page, or login if you were registered already.


Filed under: english, gvSIG Desktop, training Tagged: mooc

Nueva edición del curso gratuito “Introducción a Scripting en gvSIG 2.1″

linux-python-logoEl objetivo de este MOOC es el de dar a conocer el potencial de la programación geoespacial, la posibilidad de crear nuevas herramientas, nuevos geoprocesos o análisis de datos, que nos aumentarán la potencia de gvSIG adaptándose a nuestras necesidades. También la automatización de tareas, que nos podrían generar un ahorro de tiempo y de trabajo considerable.

El curso estará en modalidad de inscripción gratuita y abierta desde el 4 de Mayo de 2015, pudiendo inscribirse o completarse en el momento en que el alumno lo desee. De este modo el curso estará disponible de forma permanente.

Para realizar este curso no se necesitan conocimientos previos sobre programación, será un nivel básico, además de explicar cada línea de código. El curso está realizado con el lenguaje de programación Python, el favorito para comenzar a programar, muy intuitivo y rápido de aprender.

Realizar este curso es completamente gratuito. Aquellos que lo completen y quieran recibir un Certificado de Aprovechamiento, correspondiente a 30 créditos del programa de Certificación de gvSIG, solo tendrán que aportar una contribución de 40 Euros, además de realizar un proyecto personal sobre un Script en gvSIG que será subido al Repositorio y estará disponible para toda la comunidad.

Más información sobre el temario, inscripción, etc.: http://web.gvsig-training.com/index.php/es/quienes-somos-2/noticias-2/140-massive-online-open-course-de-introduccion-a-scripting-en-gvsig-2-1

Para poder matricularse al curso se debe entrar en “Matriculación” al final de la página, y aceptar después el “Acuerdo con las Condiciones del Sitio”. Finalmente se debe realizar el registro.


Filed under: development, gvSIG Desktop, scripting, spanish Tagged: mooc, python

Nueva edición del MOOC gratuito "Introducción a Scripting en gvSIG 2.1" en español

La Plataforma de Capacitación a Distancia gvSIG-Training abre el proceso
de inscripciones de una nueva edición del MOOC gratuito "Introducción a
Scripting en gvSIG 2.1" en español, organizado por la Asociación gvSIG.

El objetivo de este MOOC es el de dar a conocer un poco más sobre el
potencial de la programación geoespacial, la posibilidad de crear nuevas
herramientas, nuevos geoprocesos o análisis de datos, que nos aumentarán
la potencia de gvSIG adaptándose a nuestras necesidades. También la
automatización de tareas, que nos podrían generar un ahorro de tiempo y
de trabajo considerable.

El curso estará en modalidad de inscripción gratuita y abierta desde el
4 de Mayo de 2015, pudiendo inscribirse o completarse en el momento en
que el alumno lo desee.

Para realizar este curso no se necesitan conocimientos previos sobre
programación, será un nivel básico, además de explicar cada línea de
código. El curso está realizado con el lenguaje de programación Python,
el favorito para comenzar a programar, muy intuitivo y rápido de aprender.

Realizar este curso es completamente gratuito. Aquellos que lo completen
y quieran recibir un Certificado de Aprovechamiento, correspondiente a
30 créditos del programa de Certificación de gvSIG, solo tendrán que
aportar una contribución de 40 Euros, además de realizar un proyecto
personal sobre un Script en gvSIG que será subido al Repositorio [1] y
estará disponible para toda la comunidad.

Más información sobre el temario, inscripción, etc.:
http://web.gvsig-training.com/<wbr></wbr>index.php/es/quienes-somos-2/<wbr></wbr>noticias-2/140-massive-online-<wbr></wbr>open-course-de-introduccion-a-<wbr></wbr>scripting-en-gvsig-2-1


Para poder matricularse al curso se debe entrar en "Matriculación" al
final de la página, y aceptar después el "Acuerdo con las Condiciones
del Sitio". Finalmente se debe realizar el registro.

[1] http://outreach.gvsig.org/<wbr></wbr>scripts/

April 07, 2015

Nueva edición del Plano de Toledo del Greco con gvSIG

00_greco

Con este post os queremos presentar el trabajo realizado por uno de los colaboradores más activos del proyecto gvSIG, el profesor Cesáreo Bas Vivancos, director del Máster Universitario en Valoración, Catastro y Sistemas de Información Territorial  y de la Cátedra gvSIG. Junto con Rafael del Cerro Malagón, ha elaborado la nueva edición del plano de Toledo del Greco como aporte significativo a la celebración del IV Centenario del Greco.

La metodología seguida mediante el uso de gvSIG puede consultarte en el siguiente texto.

00_Greco2Un excelente ejemplo del uso de gvSIG con cartografía histórica.


Filed under: community, gvSIG Desktop, spanish Tagged: cartografía histórica

April 06, 2015

gvSIG: Cobertura Vegetal com NDVI

gvSIG: Mapeamento de Cobertura Vegetal com NDVI

Varias técnicas avançadas de mapeamento e monitoramento da cobertura vegetal foram desenvolvidas nas últimas décadas, com o advento do sensoriamento remoto. Uma das mais conhecidas utiliza o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI). Veja nesta matéria um artigo sobre este contexto onde o software gvSIG pode ser aplicado.

ARTIGO SOBRE NDVI NO GVSIG

Os índices de vegetação foram desenvolvidos com a finalidade de ressaltar a resposta espectral da vegetação em função do fechamento da mesma sobre o solo.

O NDVI quando avaliado de forma sazonal e em longo prazo é um importante indicador de quantificação da vegetação e redução da biomassa, gerando índices que serviram de base para a classificação da vegetação.

No trabalho com o título Mapeamento da Cobertura Vegeral da Sub-bacia do Córrego Pinheirinho – Botucatu/SP utilizando NDVI o programa gvSIG foi utilizado para o Processamento Digital das Imagens (PDI), utilizou-se imagens TM/LANDSAT-5 dos anos entre 2008-2011.

gvSIG: Cobertura Vegetal com NDVIOs autores do trabalho verificaram que a vegetação característica da região diminuiu sua área, mostrando que as áreas analisadas encontram-se em processo de perda da vegetação pela ocupação urbana.

DOWNLOAD DO ARTIGO SOBRE NDVI COM GVSIG

O artigo em questão foi elaborado por Maria Jorgiana Ferreira Dantas, Juliano Boeck Santos, José Carlos Pezzoni Filho e Célia Regina Lopes Zimback.

Para fazer o download do artigo para lê-lo na íntegra, acesse o link abaixo:

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A publicação do trabalho ocorreu em 2012 durante as Jornadas Brasileiras de usuários de gvSIG.

Leia as seguintes dicas relacionadas com nossa dica de hoje:

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March 25, 2015

JORNADAS DE CAPACITACIÓN EN SIG E IDE EN MENDOZA

JORNADAS DE CAPACITACIÓN EN SIG E IDE EN MENDOZA
Vista la difusión, convocatoria y alcance del evento, el comité organizador de Mendoza decidió cambiar la sede correspondiente al evento. Las Jornadas serán realizadas en la Sala Magna del Centro de Congresos y Exposiciones "Gobernador Emilio Civit" (Av. Peltier 611) en la ciudad de Mendoza. 
Estas jornadas están destinadas a agentes de la administración del estado Provincial, Municipal y Comunal, tanto para autoridades políticas como para los niveles medios de conducción, con la responsabilidad de planificación y toma de decisiones.
Se convoca también a Universidades para las Áreas Académicas que tengan interés en la temática, al colegio de Agrimensura y AMA.
El evento es libre y gratuito; 9 y 10 de abril de 2015. Se adjunta el programa.

Periodo de inscripción para los cursos en portugués y español de la Plataforma de Capacitación a Distancia gvSIG-Training

Sigue abierto el periodo de inscripción para los cursos en portugués y
español de la Plataforma de Capacitación a Distancia gvSIG-Training [1].
Los cursos que quedan disponibles son los siguientes:

En la modalidad de Matrícula Restringida (con Cupos Limitados):

Cursos en Español:
+ Cursos gvSIG:
   - gvSIG 2.1 para usuarios
+ Cursos gvSIG Aplicado:
   - gvSIG aplicado a la Gestión de Pavimentos y Vialidad
   - gvSIG aplicado a la Gestión Municipal
   - gvSIG Aplicado al Medio Ambiente
   - gvSIG Aplicado a Fauna
   - gvSIG Aplicado a Espacios Naturales Protegidos
+ Cursos Geoprocesamiento y Análisis Espacial
   - Geoprocesamiento Avanzado sobre gvSIG
   - Análisis del Terreno e Hidrológico
   - Análisis de Visibilidad e iluminación
   - Análisis de Perfiles y Secciones transversales
   - Análisis de Costes y Rutas óptimas

Cursos en Portugués:
   - Geoprocesamiento Avanzado sobre gvSIG
   - Análise do relevo e hidrológica
   - Análise de visibilidade e Iluminação
   - Análise de perfis e seções transversais
   - Análise de Custos e rotas ótimas

En la modalidad de Matrícula Abierta (con inscripciones abiertas de
forma permanente):

   - Bases de Datos Geoespaciales: PostgreSQL - PostGIS (Idioma: Español)
   - Análisis de Redes con gvSIG Desktop (Idioma: Español)
   - Navtable y Normalización de Tablas (Idioma: Español
   - Publicación de Servicios OGC (Idioma: Español)
   - Análisis Geoestadístico con gvSIG y Sextante (Idioma: Español)
   - Uso, creación y gestión de metadatos de información geográfica.
(Idioma: Español)
   - gvSIG 3D y animación (Idioma: Español).

Al participar en cualquiera de estos cursos obtienes créditos del
programa de certificación gvSIG que te permite optar a la certificación
"gvSIG Usuario" y "gvSIG Usuario Experto" [2]; al mismo tiempo que
contribuyes al sostenimiento del proyecto gvSIG.

Todos los cursos de la plataforma gvsig-training pueden ser bonificables
al 100% para trabajadores en activo en España a través de la Fundación
Tripartita para la Formación en el Empleo. Más información sobre esta
bonificación en [3], o a través de la cuenta de correo
contacto@gvsig-training.com.

Además está disponible la modalidad de Matrícula Abierta y Gratuita, con
el curso:
   - i3Geo. Framework para Geoportales (Idioma: Portugués).

Toda la información sobre los precios, temarios, etc. está disponible en
http://web.gvsig-training.com/<wbr></wbr>index.php/es/cursos/online/<wbr></wbr>actuales

Para mayor información visita nuestra plataforma [1] o escríbenos a la
siguientes direcciones de correo electrónico:
inscripciones@gvsig-training.<wbr></wbr>com

[1] http://www.gvsig-training.com
[2] http://www.gvsig.com/es/<wbr></wbr>servicios/certificacion
[3] http://pdfs.gvsig-training.<wbr></wbr>com/Condiciones_Fundacion_<wbr></wbr>Tripartita_ESP.pdf

March 06, 2015

Capacitación a Distancia gvSIG-Training

La Plataforma de Capacitación a Distancia gvSIG-Training anuncia el
inicio del proceso de inscripciones de los Cursos a Distancia de
gvSIG-Training en español y portugués, con el primer corte del 2015, que
forman parte de la oferta del Programa de Certificación de la Asociación
gvSIG. Da inicio según se detalla a continuación:

En la modalidad de Matrícula Restringida (con Cupos Limitados) y con
inscripciones abiertas a partir de ahora:

++ Español:

+ Cursos gvSIG:
- gvSIG 2.1 para usuarios (Idioma: Español) 1a. Edición. Duración: 10
semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación Usuario gvSIG:
90. Costo: 295 euros. Profesor Titular: Mario Carrera.

+ Cursos gvSIG Aplicado:
- gvSIG aplicado a la Gestión de Pavimentos y Vialidad (Idioma: Español)
5a. Edición. Duración: 4 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para
Certificación Experto gvSIG: 40. Costo: 295 euros. Profesor Titular:
Josep Lluís Salas, Profesor Auxiliar: Sergio Muñoz.
- gvSIG aplicado a la Gestión Municipal (Idioma: Español) 6a Edición.
Duración: 4 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 30. Costo: 295 euros. Profesor Titular: Josep Lluís
Salas, Profesor Auxiliar: Jordi Yetor.
- gvSIG Aplicado al Medio Ambiente (Idioma: Español) 4a. Edición.
Duración: 10 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación de
Usuario gvSIG: 90. Costo: 295 euros. Profesor Titular: Marta Criado
Valdés, María José Bravo Comerón.
- gvSIG Aplicado a Fauna (Idioma: Español) 1a. Edición. Duración: 7
semanas. Inicio:  07/04/2015. Créditos para Certificación de Usuario
gvSIG: 90. Costo: 190  euros. Profesor Titular: Marta Criado Valdés,
María José Bravo Comerón.
- gvSIG Aplicado a Espacios Naturales Protegidos (Idioma: Español) 1a.
Edición. Duración: 7 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para
Certificación de Usuario gvSIG: 90. Costo:  190  euros. Profesor
Titular: Marta Criado Valdés, María José Bravo Comerón.

+ Cursos Geoprocesamiento y Análisis Espacial
- Geoprocesamiento Avanzado sobre gvSIG (Idioma: Español) 8a Edición.
Duración: 10 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 75. Costo: 395 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez.
- Análisis del Terreno e Hidrológico (Idioma: Español) 3a. Edición.
Duración: 4 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 30. Costo: 79 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez.
- Análisis de Visibilidad e iluminación (Idioma: Español) 3a. Edición.
Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 20. Costo: 59 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez.
- Análisis de Perfiles y Secciones transversales (Idioma: Español) 2a.
Edición. Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para
Certificación Experto gvSIG: 20. Costo: 59 euros. Profesor Titular:
Antonio Ordóñez.
- Análisis de Costes y Rutas óptimas (Idioma: Español) 2a. Edición.
Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación de
Experto gvSIG: 20. Costo: 59 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez.

++ Portugués:

- Geoprocesamiento Avanzado sobre gvSIG (Idioma: Portugués) 2a. Edición.
Duración: 10 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 75. Costo: 395 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez,
Profesores Auxiliares: Manuel Pulido Fernández y Artur Gil.
- Análise do relevo e hidrológica (Idioma: Portugués) 2a. Edición.
Duración: 4 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 30. Costo: 79 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez,
Profesores Auxiliares: Manuel Pulido y Artur Gil.
- Análise de visibilidade e Iluminação (Idioma: Portugués) 2a. Edición.
Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 20. Costos: 59 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez,
Profesores Auxiliares: Manuel Pulido y Artur Gil.
- Análise de perfis e seções transversais (Idioma: Portugués) 2a.
Edición. Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para
Certificación Experto gvSIG: 20. Costo: 59 euros. Profesor Titular:
Antonio Ordóñez, Profesores Auxiliares: Manuel Pulido y Artur Gil.
- Análise de Custos e rotas ótimas (Idioma: Portugués) 2a. Edición.
Duración: 3 semanas. Inicio: 07/04/2015. Créditos para Certificación
Experto gvSIG: 20. Costo: 59 euros. Profesor Titular: Antonio Ordóñez,
Profesores Auxiliares: Manuel Pulido y Artur Gil.


En la modalidad de Matrícula Abierta (con inscripciones abiertas de
forma permanente):

- Bases de Datos Geoespaciales: PostgreSQL - PostGIS (Idioma: Español).
Duración: 6 semanas. Créditos para Certificación IDE: 60. Costo: 295
euros. Profesor Titular: Raúl Casado Barbero, Profesor Auxiliar: Pablo
Cuadrado.
- Análisis de Redes con gvSIG Desktop (Idioma: Español). Duración: 2
semanas. Créditos para Certificación Experto gvSIG: 20. Costo: 75 euros.
Profesor Titular: Raúl Casado Barbero, Profesor Auxiliar: Pablo Cuadrado.
- Navtable y Normalización de Tablas (Idioma: Español). Duración: 1
semana. Créditos para Certificación Experto gvSIG: 10. Costo: 60 euros.
Profesor Titular: Pablo Cuadrado.
- Publicación de Servicios OGC (Idioma: Español). Duración: 1 semana.
Créditos para Certificación Experto gvSIG: 20. Costo: 75 euros. Profesor
Titular: Raúl Casado Barbero, Profesor Auxiliar: Pablo Cuadrado.
- Análisis Geoestadístico con gvSIG y Sextante (Idioma: Español).
Duración: 3 semanas. Créditos para Certificación Experto gvSIG: 20.
Costo: 165 euros. Profesor Titular: Pablo Cuadrado.
- Uso, creación y gestión de metadatos de información geográfica.
Duración: 2 semanas. Créditos para Certificación IDE: 20. Costo: 90
euros. Profesor Titular: Pablo Cuadrado.
- gvSIG 3D y animación (Idioma: Español). Duración: 2 semanas. Créditos
para Certificación Experto gvSIG: 30. Costo: 75 euros. Profesor Titular:
Mario Carrera.

Al participar en cualquiera de estos cursos obtienes créditos del
programa de certificación gvSIG que te permite optar a la certificación
"gvSIG Usuario" y "gvSIG Usuario Experto" [2]; al mismo tiempo que
contribuyes al sostenimiento del proyecto gvSIG.

Todos los cursos de la plataforma gvsig-training pueden ser bonificables
al 100% para trabajadores en activo en España a través de la Fundación
Tripartita para la Formación en el Empleo. Más información sobre esta
bonificación en [3], o a través de la cuenta de correo
contacto@gvsig-training.com.

Además está disponible la modalidad de Matrícula Abierta y Gratuita, con
el curso:
- i3Geo. Framework para Geoportales (Idioma: Portugués). Duración: 2
semanas. Costo: GRATIS. Profesor Titular: Edmar Moretti

Para mayor información visita nuestra plataforma [1] o escríbenos a la
siguientes direcciones de correo electrónico:
inscripciones@gvsig-training.<wbr></wbr>com ó info@gvsig-training.com

Todos los cursos ofrecidos:
http://web.gvsig-training.com/<wbr></wbr>index.php/es/cursos/online/<wbr></wbr>actuales

[1] http://www.gvsig-training.com
[2] http://www.gvsig.com/es/<wbr></wbr>servicios/certificacion
[3] http://pdfs.gvsig-training.<wbr></wbr>com/Condiciones_Fundacion_<wbr></wbr>Tripartita_ESP.pdf

March 04, 2015

Propuesta de trabajo: nuevo juego de iconos

Una pequeña introducción…
En gvSIG 2.1 dejamos preparada la aplicación para poder soportar distintos juegos de iconos, con la intención de que cualquier usuario u organización pudiera personalizar también este aspecto de la aplicación. Además hace tiempo que venimos pensando que deberíamos tener disponible un nuevo juego de iconos, complementario al actual, pero normalizado. Es decir, con una guía de estilo que permitiera a los desarrolladores externos diseñar los iconos de sus funcionalidades de forma coherente con el resto de la aplicación.
Para ayudar en este futuro trabajo incluso llegamos a implementar alguna funcionalidad en gvSIG 2.1 que permitiera listar todos los iconos disponibles y el paquete donde son utilizados (menú Herramientas/Development/Show icon theme information).
En la ventana de Preferencias de la aplicación también se implementó funcionalidad para poder exportar los juegos de iconos y poder seleccionar entre los distintos juegos de iconos disponibles (ahora sólo hay uno, el que viene por defecto). De este modo será muy sencillo cambiar este aspecto visual de la aplicación.
La propuesta…
Mario Fèvre, colaborador activo de la Comunidad Argentina de gvSIG y que entre otras cosas ha diseñado los carteles de varias de las últimas Jornadas Internacionales y de Latinoamérica y Caribe de gvSIG, nos ha lanzado una propuesta de la que nos gustaría hacer participe al resto de la Comunidad gvSIG.
Mario está interesado en diseñar un nuevo juego de iconos, pero en lugar de realizarlo para uso propio, hemos considerado que podría interesar al resto de la comunidad y enlazar con todo lo que comentaba en la introducción de este post.
El primer paso que ha dado es elaborar un borrador de lo que podrían ser los requisitos de este juego de iconos y parte de lo que podría ser la futura guía de estilo de este juego de iconos.
Lo que os pedimos…
Nos gustaría que participarais opinando sobre el trabajo que vaya desarrollando Mario. Opinar que iconos de los que vaya diseñando se interpretan correctamente o no, etc. Y desde ya podéis comentar si tenéis alguna sugerencia sobre este primer borrador de la guía de estilo.

March 03, 2015

E-book: Cálculo de Erosão Potencial do Solo com gvSIG

gvSIG: E-book sobre Erosão Potencial do Solo

Foi divulgado no portal oficial do projeto gvSIG um novo livro digital gratuito, com enfoque prático, na utilização do programa de SIG para o cálculo de erosão potencial do solo. Nesta postagem vamos comentar um pouco sobre este material que deve estar em sua biblioteca virtual.

LIVRO DIGITAL SOBRE SIG E EROSÃO

O título original do e-book é Calculo de la Erosion Potencial del Suelo con GvSIG. O material foi produzido em espanhol e é tão bem ilustrado e detalhado que o idioma não deverá ser uma barreira ao seu entendimento.

Os autores do livro são Manuel Esteban Lucas Borja e Maria del Carmen Collado Corredor. No total, a obra em seu formato PDF tem 67 páginas.

E-book: Cálculo de Erosão Potencial do Solo com gvSIG

O conteúdo da obra está organizado da seguinte forma: Uma introdução sobre a delimitação da bacia hidrográfica para área de estudo, tópicos sobre os chamados fatores R, K, LS, C, e P e conclui com um item sobre o cálculo de erosão potencial do solo, propriamente dito.

DOWNLOAD DE E-BOOK SOBRE USO DO GVSIG

Certamente, você tem interesse em obter uma cópia deste material gratuito. Para isso, basta clicar no link abaixo:

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Os autores se manifestaram quanto ao seu interesse de receber comentários e sugestões para melhorar o documento. Os dados para contato estão disponíveis no próprio livro.

Para ler a matéria oficial de divulgação do e-book, acesse o site do gvSIG. Veja também as seguintes dicas relacionadas e que estão disponíveis em nosso portal:

Aguardamos seus comentários sobre este conteúdo.

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February 26, 2015

Apostila de Geoprocessamento do ICMBio

ICMBio: Apostila de Geoprocessamento

Nunca é demais termos acesso a materiais de qualidade sobre conceitos e aplicações práticas do Geoprocessamento. Nesta matéria vamos indicar uma apostila gratuita que foi elaborada por parte da equipe do Instituto Chico Mendes (ICMBio). O conteúdo da publicação fornece uma boa introdução ao ArcGIS e gvSIG.

APOSTILA DE CURSO DE GEOPROCESSAMENTO

O ICMBio disponibilizou para download, já há algum tempo, o material instrucional de um curso ministrado de introdução ao Geoprocessamento. O conteúdo abrange vários aspectos das Geotecnologias.

Os autores da publicação são Christian Berlinck, Guilherme Santos Júnior, Leonardo Figueiredo, Patrícia Rizzi, Ricardo Brochado, Mariana Fava Cheade, Adriana Rodrigues de Azevedo e Sheila Rancura. A apostila é de novembro de 2010.

Apostila de Geoprocessamento do ICMBio

Entre os itens apresentados no sumário da apostila estão: Cartografia, conceitos em SIG e Sensoriamento Remoto, Infraestrutura de Dados Espaciais, apresentando o ArcGIS, análise espacial, Google Earth, Noções de gvSIG.

DOWNLOAD DA APOSTILA DO ICMBIO

A apostila tem um total de mais de 130 páginas. Para obter sua cópia deste arquivo, clique no link abaixo:

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São apresentadas explicações sobre edições de vetores, manipulação de dados alfanuméricos, geração de layout para impressão e muito mais.

Nos links a seguir você encontra outros materiais conceituais e para aplicações das Geotecnologias, todos gratuitos para download.

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February 04, 2015

Ассоциации gvSIG представляет финальную версию gvSIG 2.1

Эта версия базируется на новой архитектуре, ориентированной на пользователей, и имеет много новых инструментов [1].

Помимо новых инструментов и исправления большего количества ошибок, которые были выявлены благодаря сообществу, выпущены версия для Linux 64 bits и портируемые версии для Windows и Linux.

Вместе с релизом gvSIG 2.1  опубликован новый сайт gvSIG, который включает старый сайт Ассоциации gvSIG, как исходный проект, а также портал данных о технологиях gvSIG. В то же время новый сайт позволяет получить доступ к новым продуктам, таким как gvSIG Roads или gvNIX.

В этом сообщении мы хотим выразить благодарность всем людям, которые сотрудничали, для того чтобы выпустить новую версию, и всем членам Ассоциации gvSIG, которым требуется обрабатывать пространственные данные с использованием ГИС, помогая гарантировать стабильность развития проекта.

Мы надеемся, что вам понравятся новые функции этой версии, среди которых:

  • Легенда слоя
    • Выражения
    • Пропорциональный символ
    • Градуированный символ
    • Точечный способ
    • Значения по категориям
    • Диаграммы (круговая и столбчатая)
    • Импорт/экспорт SLD
  • Копирование/Вставка объектов
  • Буфер
  • Разделение линий
  • Функция последовательной нумерации
  • Функция дублирования записей
  • Производные геометрии
    Документ диаграммы
  • Серии карт (атласы)
  • Подключение к сервисам OpenStreetMap
  • Новые библиотеки символов: Геология, POI для городов, Торговля, Военный (APP6), Совместное Картографирование, Цвета, Погода
  • Поддержка PostGIS 2.x (растровых и векторных данных)
  • Компоновка карты
    • Вставка диаграмм
    • Новый вид компоновки с таблицей содержания
    • Новая сетка в компоновке
  • Портируемые Виды (плагин Тематические карты)
  • Расширенный геопроцесс растворение границ
  • Подписывание
    • Расширенные опции
    • Опция гало
    • Опция всегда показывать подписи
  • Растер
    • Установка проекции для слоя
    • Изменение типа данных
    • Создание многофайлового слоя
    • Конвертирование в гамму оттенки серого
    • Интеграция инструментов в наборе инструментов гепроцессов
    • Улучшенные инструменты геопривязки и работы с растром
    • Маска по региону
  • Экспорт в KML
    • - Отображение атрибутов
    • - Опция использование подписей
  • - Проектирование
    • - Принудительное проектирование
    • - Поддержка новых проекций EPSG
  • - Скрипты: поддержка растровых данных
  • - Загрузка слоев: перетаскивание файлов из окна обозревателя
  • - Управление памятью в меню установок
  • - Поддержка интерфейса пользователя для страдающих дисхроматопсией и дальтонизмом
  • - Поддержка MS Excel, как в виде таблиц, так и в виде слоев
  • - Поддержка CSV
  • - Поддержка WFS: выбор порядка осей XY
  • - Улучшение производительности печати
  • - Новый дизайн инструмента информация
  • - Поддержка Linux 64 bits
  • - Исправление ошибок

Мы надеемся, что 2015 год будет полон новых событий, первые из которых —  gvSIG 2.1 и новый сайт. Следите за обновлениями!

[1] http://www.gvsig.org/en/web/guest/products/gvsig-desktop/downloads

February 03, 2015

GvSIG – Tutorial Completo e Estudo de Caso

E-book: gvSIG - Tutorial Completo e Estudo de Caso

O gvSIG certamente merece ser incluído na lista dos softwares livres de Geoprocessamento mais utilizados, amigáveis e robustos do mundo. Uma evidência disso é o grande volume de material instrucional e publicações acadêmicas que tem este programa em foco ou pelo menos como sua principal ferramenta de trabalho. Esta matéria irá divulgar um excelente material digital neste contexto.

E-BOOK COM TUTORIAL COMPLETO DE GVSIG

A publicação gvSIG 1.12 Tutorial and Case Study é um compêndio que realmente cumpre o que promete em seu título. Este material foi elaborado por David Villamizar Duque, que apresenta ao longo de suas quase 100 páginas como o gvSIG é realmente um software confiável e com um grande leque de aplicações.

O material foi produzido como trabalho de um projeto de mestrado onde o objetivo era justamente preparar um tutorial completo para introduzir o leitor na utilização de um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), no caso com o gvSIG 1.12.

gvSIG Complete Tutorial and Case Study gvSIG Complete Tutorial and Case Study gvSIG Complete Tutorial and Case Study gvSIG Complete Tutorial and Case StudygvSIG Complete Tutorial and Case Study gvSIG Complete Tutorial and Case Study

O conteúdo apresentado inclui detalhes sobre o projeto desenvolvido, os primeiros passos no gvSIG e a apresentação do estudo de caso, relacionado com um plano de desenvolvimento.

DOWNLOAD DO ESTUDO DE CASO COM GVSIG

Obtenha sua cópia do material clicando no link abaixo indicado. O arquivo no formato PDF tem um volume de 4.6 MB:

<script async="" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <script>//

O texto foi produzido em inglês, mas é tão bem detalhado e ilustrado que qualquer usuário com noções básicas de leitura técnica do idioma conseguirá tirar bastante proveito.

Leia mais sobre usos e aplicações do gvSIG:

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January 27, 2015

Certificación de gvSIG para trabajadores en España del sector agrario, forestal y pecuario


La Fundación Fessia en colaboración con la Asociación gvSIGofrecen la certificación de usuario y la certificación usuario experto en gvSIG Desktop de manera gratuita.

Disponibles 175 plazas para la certificación de usuario y 50 plazas para la certificación de usuario experto.

El colectivo al que va dirigido es únicamente a trabajadores en activo del sector agrario/forestal.

Los cursos se imparten en fechas próximas. ¡No dejéis pasar la oportunidad!

Para más información consultad la webwww.gvsig-fessia.com o remitid las dudas vía email a informacion@gvsig-fessia.como a través del teléfono 644979959 (en horario de 09.00 h. a 14.00 h.).

Publicado por Pablo Cuadrado 

January 12, 2015

Compilando y depurando un plugin de ejemplo para gvSIG 2.1 desde Eclipse

Joaquín del Cerro ha publicado un artículo explicando como compilar y depurar un plugin de ejemplo para gvSIG 2.1 con NeatBeans. He adaptado sus instrucciones para Eclipse que es mi IDE habitual. Este artículo no es tan detallado como el suyo así que seguramente tendrás que consultar los dos, especialmente los pasos previos que comenta Joaquín para que todo funcione.

Una vez que tenemos los “previos” realizados, creamos un nuevo workspace en eclipse, por ejemplo workspace-gvsig-landregistry.

Nos aseguramos de que tenemos instalados en eclipse:

Abrimos la perspectiva de eclipse de SVN Repository Exploring, desde Window -> Open perspective -> Other, o cualquier otro de los sitios desde los que se puede abrir.

Y añadimos el repositorio del plugin desde File -> New -> Repository Location o el icono correspondiente. Como URL usaremos:

http://devel.gvsig.org/svn/gvsig-plugintemplates/org.gvsig.landregistryviewer/trunk/org.gvsig.landregistryviewer/

Seleccionamos el repositorio que acabamos de añadir y en el menú contextual escogemos Check out as maven project

Si no tenemos el conector de maven-svn instalado, nos pedirá instalarlo. En la ventana previa al checkout nos aseguraremos de que la opción “All projects” está activada

Puede tardar un ratito en descargar, sobre todo si tiene que descargar muchas dependencias. Cuando acabe, pasamos a la perspectiva Java y ya tendremos los proyectos correspondientes al plugin configurados en el workspace.

Si no tienes la opción de Build automatically activada, haz un build all. A continuación pon un punto de ruptura para comprobar que todo funciona correctamente en el punto que indica Joaquín (método createWindow de la clase LandRegistryViewerExtension).

Tras lanzar gvSIG en modo debug,

./gvSIG --debug --pause

configuramos el debugger. En Debug Configurations, añadiremos una nueva configuración del tipo Remote Java Application

En name pondremos lo que queramos, por ejemplo org.gvsig.landregistryviewer.app, en project org.gvsig.landregistryviewer.app.mainplugin y en port 8765. Si antes de crear la configuración de debug seleccionamos el proyecto org.gvsig.landregistryviewer.app.mainplugin en el package explorer nos rellenará automáticamente name y project.

Al darle a debug debería abrirse gvSIG y pararse la ejecución en el punto que hemos marcado.

December 04, 2014

gvSIG 1.12 en Yosemite

En las décimas jornadas de gvSIG nos han vuelto a prometer una versión para Mac. Entre tanto y dado que Yosemite compremete la usabilidad de gvSIG os adjunto una serie de trucos para hacer funcionar tanto gvSIG 1.12 como gvSIG CE Beta Edition.
Para que corra la versión anterior en Yosemite (MacOS 10.10.1)
Hay que instalar Java 1.6
http://support.apple.com/kb/DL1572
Da igual que salga un león, se trata de la versión Java 1.6 para Mac
También se puede instalar la 1.8 pero antes que la 1.6
/usr/libexec/java_home -v
Dice cual es la versión que estas corriendo
parece que no hay incompatibilidad porque si se quiere usar la 1.8 se puede usar
export JAVA_HOME=`/usr/libexec/java_home -v 1.8`
que apuntará a
/Library/Java/JavaVirtualMachines/jdk1.8.0_25.jdk/Contents/Home
mientras que gvSIG 1.12 busca la 1.6 en:
/System/Library/Frameworks/JavaVM.framework/Versions
Inspirado en
http://www.jayway.com/2014/01/15/how-to-switch-jdk-version-on-mac-os-x-maverick/
y
http://stackoverflow.com/questions/6588390/where-is-java-home-on-osx-yosemite-10-10-mavericks-10-9-mountain-lion-10

October 17, 2014

Материалы семинара «Введение в gvSIG 2.1″

В апреле 2014 года в городе Толука с большим успехом прошла 1-я мексиканская конференция gvSIG [1]. В рамках этой конференции состоялись два семинара: «Введение в gvSIG» и «gvSIG 2.1″, посвященные как ранее существующим, так и новым функциям gvSIG 2.1.

На этой неделе Ассоциация gvSIG разместила материалы этих двух семинаров на сайте сообщества gvSIG в открытом доступе для всех желающих [2]. Материалы семинаров были скомпонованы в небольшое пособие и включают, помимо пособия,  набор используемых данных. Текст пособия представлен на английском языке, однако большое количество иллюстраций значительно упрощает обучение.

Материалы семинара будут полезны не только для тех, кто начинает свое знакомство с  gvSIG, но и для пользователей, уже имеющих опыт работы с предыдущими версиями программы.

В заключение  следует поблагодарить Elena Sánchez и Francisco Solís за перевод материалов на английский язык. Спасибо!

Thank you very much to Elena Sánchez and Francisco Solís for their translation into English.

[1] — http://www.gvsig.org/plone/community/events/jornadas-mexico/2014/Programa
[2] — http://www.gvsig.org/plone/docusr/learning/gvsig-courses/gvsig_des_2.1_u_en/pub/documentation/

10as Jornadas Internacionales gvSIG.


Del 3 al 5 de diciembre de 2014 tendrán lugar en el Complejo Deportivo-Cultural Petxina (Valencia - España), bajo el lema "Estrategias Siglo XXI", las 10as Jornadas Internacionales gvSIG, organizadas por la Asociación gvSIG

Ya está abierto el periodo de inscripción de las 10as Jornadas Internacionales gvSIG, La inscripción es gratuita (aforo limitado) y se ha de realizar a través del formulario disponible.

Toda la información de las Jornadas en http://www.gvsig.org/plone/community/events/jornadas-gvsig/10as 

October 06, 2014

Taller de introducción a gvSIG Batoví en el marco de las actividades del Día del Futuro

En el marco de las actividades que organiza La Diaria denominadas Día del Futuro (http://diadelfuturo.org/) se celebró un taller sobre gvSIG Batoví. El mismo tuvo lugar en la Torre Ejecutiva el día 19 de setiembre pasado y con muy buena recepción.

la foto 2

Aproximadamente 25 alumnos de 3er año de liceo Nº20 asistieron al mismo, junto con sus profesores. Además estuvieron presentes Inspectores Nacionales de Geografía y de Historia. También participaron de la actividad el Director Nacional de Topografía Ing. Agrim. Jorge Franco, el Subsecretario del MTOP Ing. Pablo Genta, y el representante de la IDEuy, Ing. Agrim. Germán Iglesias.

El taller se desarrolló sin inconvenientes pudiéndose mostrar en 2 horas el proceso completo para uso del programa, desde su instalación hasta cómo crear y cómo compartir un mapa, pasando por cómo y dónde encontrar datos geográficos o espaciales abiertos, cómo decidir qué datos utilizar, una familiarización con las herramientas básicas del programa, cómo crear información geográfica -recurriendo a un ejercicio simple y trivial- y cómo crear y diseñar una vista. Al inicio se realizó una breve introducción acerca de qué es gvSIG Batoví y cómo nace la iniciativa de crearlo.

Estaba previsto un intercambio con la Asociación gvSIG en España vía skype pero por razones técnicas no pudo realizarse.  Lo que sí hubo fue un intercambio rico y enriquecedor entre todos los asistentes.

la foto 1

Los materiales utilizados en el taller (presentación y manual) están para libre descarga a través del siguiente vínculo: http://www.gvsig.org/plone/docusr/learning/gvsig-courses/gvsig_educa_2.1_u.

la foto 3

Como aparece en la presentación, gracias a todas y todos en la Asociación gvSIG, el Centro Ceibal y la Dir. Nac. de Topografía -MTOP- por hacer este proyecto posible, y a La Diaria por incluir esta actividad en la iniciativa del Día del Futuro.


September 18, 2014

Curso de gvSIG Batoví y Datos Abiertos para docentes de ANEP en ejercicio en el año 2014

Nuevo curso sobre gvSIG Batoví para docentes de ANEP. En esta ocasión se trata de 120 horas por plataforma Moodle del IPES, con una duración de 10 semanas y comenzando el día 6 de octubre (primera jornada por plataforma). Hay tiempo para inscribirse hasta el 29 de setiembre, a través de la casilla inscripciones.2014.ipes@gmail.com con asunto SNAP. Se deberá adjuntar el formulario completo y la documentación solicitada (escaneada). No se recibirán inscripciones que sean enviadas a otro mail o sin la documentación completa. Más información en:

http://ipes.anep.edu.uy/

http://ipes.anep.edu.uy/documentos/2014/snap/curso.pdf

http://ipes.anep.edu.uy/documentos/2014/snap/formulario.doc


September 04, 2014

Batoví participa del Día del Futuro

El día 19 de setiembre de 2014, a las 10 de la mañana, en la Torre Ejecutiva (subsuelo, entrada por Liniers) se llevará a cabo el taller “gvSIG Batoví: un recurso educativo para el Plan Ceibal”. Esta actividad forma parte de la agenda de actividades de la iniciativa Día del Futuro (http://diadelfuturo.org/) que organiza La Diaria. En este taller se explicará desde cómo instalar el programa hasta cómo crear y compartir un mapa, pasando por la búsqueda de datos espaciales, cómo elegir qué datos cargar, mostrar algunas funcionalidades básicas, crear Información Geográfica y armar una vista. Al finalizar se realizará un intercambio de impresiones con la Asociación gvSIG en España vía remota. Los esperamos.


August 16, 2014

GSoC ’14: Week 13 – gvpy

gsoc_userguide_01Website: [gvpy project] 

How to install it & Github code + info:  [gvpy repository]

How to use it: [EN] gvpy: User guide  – [ES] gvpy: Guía de uso

 

Week 13 report:

1. What did you get done this week?

Fixed small bugs: Getting params as string are working well, path list with just one parameter bug fixed,layer as string.. Also i fixed how it works gvpy.algSearch() and add/fixed some documentation also in english.

2. What do you plan on doing new week?

Finishing everything i can and say goodbye to Google Summer of Code!

3. Are you block on anything?

No


GSoC ’14: Semana 13 – gvpy

gsoc_userguide_01Website: [gvpy project] 

Cómo instalarlo & Github code + info:  [gvpy repository]

Guía de uso: gvpy: Guía de uso” y también en ingles “gvpy: user guide”

 

Reporte de la semana 13:

1. ¿Qué has conseguido esta semana?

Arreglado unos pequeños errores: sobretodo cuando introducimos parámetros como texto, un error si introducíamos una lista con un solo miembro en el comando PATH, he cambiado y arreglado el funcionamiento de gvpy.algSearch(), y añadido y corregido documentación, y también en ingles.

2. ¿Qué planeas hacer la próxima semana?

Acabar todo lo que pueda y decir adiós al Google Summer of Code!

3. ¿Estás bloqueado en algo?

No


August 12, 2014

Scripting en gvSIG: Validar geometrías simplificado

validategeometries01Seguimos donde nos quedamos la semana pasada destripando el post que publicó Joaquin del Cerro sobre: “Validar las geometrías de una capa”Ahora vamos a centrarnos en la parte principal del script ,donde realmente valida las geometrías, el código mínimo que necesitas en tu script para realizar esta comprobación.

Para esta parte será necesario una de las últimas versiones de gvSIG, de la build 2231 o superior. Yo estoy usando la build 2238 (no funciona las que son de 64bits)

Los pasos son sencillos, vamos comprobando cada geometriá de cada entidad. El script se ejecutará sobre la capa que tengamos seleccionada (función del currentLayer), obtendrá su validación, y si es erronea, mostrará el error por la consola y hará una selección de esta entidad. Así luego podremos ver en la tabla de atributos cuales entidades tenemos error y intentar solucionarlo.

La línea de código mínima que se encargaría de la comprobación de la geometría si contiene algún error sería:

#siendo layer=currentLayer() o otra
for feature in layer:
    feature.geometry().getValidationStatus().isValid()

 

 

Un script sencillo que nos mostrará los errores es:

from gvsig import *

def main(*args):
  """ Validar geometrias de una capa"""
  #Comprobara todas las geometrias de la capa
  #Hara una seleccion de las que contengan errores

  #Accedemos a la capa activa
  layer = currentLayer()

  #Eliminamos cualquier seleccion que ya tenga
  layer.getSelection().deselectAll()

  #Analizamos todas las geometrias
  for feature in layer.features(): 
    #Info de validacion la geometria
    vs = feature.geometry().getValidationStatus() 
    #Si no es valida, sacamos la info del error
    if not vs.isValid(): 
      print "\nError en: ", feature.getValues()
      print "...getMesssage: ", vs.getMessage()
      print "...geometria: ", feature.geometry()
      if vs.getProblemLocation()!= None: 
        print "...wktgeom: ", vs.getProblemLocation().convertToWKT()
      #Selecciona las que contienen error
      layer.getSelection().select(feature) 

Al ejecutarlo en una capa que tengo con errores, el mensaje es el que aparece en la imagen que abre el post. Si después abro la tabla de atributos, y hago click en el botón de “Mover arriba la selección”, puedo ver las dos entidades que me han causado el error seleccionadas.

validategeometries02

Espero que esta nueva función os sirva de ayuda en vuestros scripts.


August 09, 2014

GSoC ’14: Week 11 & 12 – gvpy

ex_01_studyareaWebsite: [gvpy project] 

How to install it & Github code + info:  [gvpy repository]

How to use it: “Guía de uso

I’ve been working together with Gustavo Aguero preparing one example that could be usefull executing it in one script. You cand find it in /gvpy/example/ inside Github.


 

Week 11 & 12 report:

1. What did you get done this week?

I fixed some importants bugs that didn’t let us edit new layers. I’ve been preparing some documentation&exercices that will show to the gvSIG users how important and usefull is this scripting framework.

2. What do you plan on doing new week?

I will fix some minibugs that appear while i prepared the example and i will prepare some documentation and try to put ready the “how to work with gvpy” for the new users who want use gvpy.

3. Are you block on anything?

No


GSoC ’14: Semana 11 & 12 – gvpy

ex_01_studyareaWebsite: [gvpy project] 

Cómo instalarlo & Github code + info:  [gvpy repository]

Guía de uso: gvpy: Guía de uso”

He preparado un ejemplo junto a Gustavo Aguero que me proporcionó el material, y lo he adaptado a un script. Este ejemplo prepara una zona de estudio para muestreo de campo, y se podría ejecutar para cualquier caso que quisiéramos.

Podéis encontrar toda la info del ejemplo, desde el pdf con los pasos a seguir y los datos necesarios, en el repositorio /gvpy/example/ de Github


 

Reporte de la semana 11 & 12:

1. ¿Qué has conseguido esta semana?

He arreglado algunos bugs importantes, que no permitían editar las capas que acabábamos de generar. Preparando un ejemplo para demostrar a la gente lo útil que puede llegar a ser automatizar tareas.

2. ¿Qué planeas hacer la próxima semana?

Arreglar unos minibugs que he encontrado al realizar el ejercicio pero que no costarán mucho de arreglar, y sobre todo preparar la documentación necesaria para terminar y dejar lista una guía de uso con ejemplos explicados para cualquiera que quiera utilizar gvpy.

3. ¿Estás bloqueado en algo?

No


July 24, 2014

1as Jornadas de Tecnologías Libres de Información Geográfica y Datos Abiertos y 3as Jornadas de gvSIG Uruguay

3as Jornadas Uruguayas de gvSIG + 1as. Jornadas de Tecnologías Libres de Información Geográfica y Datos Abiertos

Con enorme alegría invitamos a las 3as Jornadas Uruguayas de gvSIG + 1as. Jornadas de Tecnologías Libres de Información Geográfica y Datos Abiertos.

La convocatoria es para los días 2 y 3 de octubre de 2014 en el Auditorio de Antel, en la ciudad de Montevideo.

Bajo el lema “Manejo libre y responsable de la información, cuestión patrimonial” nos reuniremos para intercambiar experiencias en el uso y desarrollo de herramientas de SIG de software libre.

Desde gvSIG se proponen los valores de colaboración y conocimiento compartido como fundamentales en el desarrollo del proyecto, e indispensables para su sostenibilidad. En tal sentido hemos venido trabajando durante los últimos años en la generación de espacios de difusión y capacitación donde técnicos y usuarios, estudiantes y profesionales del área puedan intercambiar experiencias.

En esta instancia de celebración de las 3ras. Jornadas Uruguayas de gvSIG, nos proponemos un objetivo más amplio: Congregar y fortalecer a la comunidad que hace uso de tecnologías de Software Libre de Información Geográfica en general y Datos geográficos Abiertos.

Con el interés de difundir el uso de gvSIG y otras herramientas de uso libre, para contribuir al acercamiento de la información geográfica a la ciudadanía, los invitamos a ser parte de las 1as. Jornadas de Tecnologías Libres de Información Geográfica y Datos Abiertos, las cuales ya han sido declaradas de interés por las siguientes instituciones:

¡Los esperamos!


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